Ricardo Nunes critica medidas do STF contra Bolsonaro e alerta para democracia

No epicentro das tensões políticas nacionais, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), rompeu o silêncio e fez declarações contundentes sobre as severas medidas cautelares impostas ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Em meio ao furacão judicial que assola Brasília, Nunes afirmou: “Remédio muito forte não cura, faz é mal”, questionando diretamente o alcance e a eficácia das decisões do Supremo Tribunal Federal e acirrando ainda mais a polarização nacional.


Resumo
  • Ricardo Nunes criticou duramente as medidas restritivas do STF contra Bolsonaro, chamando-as de “remédio muito forte que não cura, faz mal.”
  • Bolsonaro enfrenta tornozeleira eletrônica, recolhimento noturno e restrição de contatos, em meio a investigação sobre tentativa de golpe.
  • Nunes destaca ausência de crimes de corrupção atribuídos a Bolsonaro e alerta para exageros judiciais.
  • O episódio marca novo capítulo de polarização entre Judiciário e base bolsonarista, com eventuais impactos eleitorais em 2026.
  • Tema envolve conceitos de medidas cautelares, relações institucionais e a própria definição de limites na democracia brasileira.

Sem rodeios, Nunes expressou solidariedade a Bolsonaro logo após a imposição de tornozeleira eletrônica, restrição de direitos e proibição de comunicação do ex-presidente com aliados e familiares, decisão determinada pelo ministro Alexandre de Moraes. O prefeito, citando exagero no rigor das punições, destacou: “Quando o remédio é muito forte, ele não cura, passa a fazer mal. Não pode haver exagero. É preciso ter tranquilidade, calma”.
No centro das investigações, Bolsonaro responde por suposta participação em tentativa de golpe e atos contra o Estado Democrático. As punições incluem restrição domiciliar à noite e fins de semana, além do afastamento completo das redes sociais e contato limitado com envolvidos, incluindo seu filho Eduardo. Para Nunes, seu apoio não deriva de vínculo direto com o processo, mas de preocupação quanto ao impacto de decisões que, segundo ele, “prejudicam mais do que resolvem” e sugerem abuso judicial, ressaltando que o caso não envolve crimes como corrupção, furto ou desvio de recursos públicos.

Julgamento acelerado e articulações eleitorais em destaque

Ricardo Nunes, em agenda pública na Zona Sul, indicou que o STF acelera o processo judicial “como uma maratona”, salientando que Bolsonaro não estava no Brasil durante os atos de depredação em 8 de janeiro de 2023. Mesmo sem citar Alexandre de Moraes diretamente, o prefeito defendeu equilíbrio ao afirmar: “exageros não constroem soluções”. A aproximação entre Nunes e Bolsonaro se intensificou nas eleições municipais de 2024, com a indicação do coronel Mello Araújo para vice na chapa de Nunes, articulação que contou com o apoio do governador Tarcísio de Freitas – evidenciando o pragmatismo político diante de um cenário fragmentado.

Prefeitura de São Paulo fachada 2025

Prefeitura de São Paulo fachada 2025 — Foto: jornaldebrasilia.com.br

Polêmica das cautelares: tornozeleira eletrônica e toque de recolher

As decisões de Alexandre de Moraes impuseram a Bolsonaro obrigações raramente vistas para figuras públicas de alto escalão: uso de tornozeleira eletrônica, proibição de acesso a redes sociais e contato restrito com outros investigados ou embaixadores, além do recolhimento domiciliar das 19h às 7h e nos finais de semana. Moraes justificou tais medidas como essenciais diante de supostas tentativas de obstrução e risco de fuga, posicionamento endossado pela Procuradoria-Geral da República. Para Nunes, esse rigor é exemplo de remédio exagerado, produzindo efeitos colaterais à democracia e à imagem do Judiciário.

fachada Supremo Tribunal Federal 2025

fachada Supremo Tribunal Federal 2025 — Foto: jornalgrandebahia.com.br

Contexto e principais envolvidos no caso

  • Jair Bolsonaro: Ex-presidente da República, investigado por suspeita de participar de conspiração anti-democrática após derrotas eleitorais e ataques de 8 de janeiro de 2023.
  • Medidas cautelares: Conjunto de restrições judiciais que vão de tornozeleira eletrônica à proibição de contato e isolamento noturno, raridade histórica em processos com ex-chefes de Estado.
  • Alexandre de Moraes: Ministro do STF à frente das principais decisões relativas à defesa institucional da democracia e combate a movimentos de desestabilização.
  • Ricardo Nunes: Prefeito de São Paulo, figura proeminente no movimento de apoio a Bolsonaro na esfera paulistana e articulador político atento às mudanças no Congresso e no STF.
  • 8 de janeiro de 2023: Data dos ataques às sedes dos Três Poderes em Brasília, marco da repressão a movimentos considerados golpistas.
  • Tornozeleira eletrônica: Equipamento comumente destinado à contenção de suspeitos em liberdade condicional, imposto de modo excepcional a um ex-presidente.
  • Institucionalidade: Tema recorrente nos discursos de Nunes, que reforça a importância de limites, diálogo e racionalidade entre os poderes.
  • Base bolsonarista: Segmento político que enxerga nas decisões do STF um excesso de autoridade e alimenta o discurso de “perseguição política”.
  • Palavras-chave: Medidas cautelares, exagero judicial, remédio forte, tornozeleira eletrônica, supremacia do STF, polarização, apoio institucional, democracia, Bolsonaro, Ricardo Nunes, Alexandre de Moraes.
  • Desdobramentos: Risco direto para a estabilidade institucional, influenciando a eleição de 2026 e fortalecendo grupos de oposição ao PT e ao STF.

Articulações eleitorais e alianças moldam a reação

No contexto amplo, o apoio de Nunes a Bolsonaro faz parte de um cenário político de alianças pragmáticas. O prefeito utiliza o desgaste de decisões judiciais como combustível eleitoral, de olho não só na prefeitura, mas também em possíveis voos mais altos no estado. Ao se aproximar do bolsonarismo, Nunes conquista simpatia de segmentos conservadores e mantém abertura com o centro, buscando se posicionar como interlocutor racional em um ambiente de extremos.

rua 25 de Março São Paulo comércio 2025

rua 25 de Março São Paulo comércio 2025 — Foto: edivieiraarquiteto.blogspot.com

Termos essenciais e datas-chave

  • Data da imposição das cautelares: 18 de julho de 2025.
  • Pessoas envolvidas: Jair Bolsonaro, Ricardo Nunes, Alexandre de Moraes, Eduardo Bolsonaro, Tarcísio de Freitas, Mello Araújo.
  • Pontos centrais do debate: Legalidade das medidas, eficácia das sanções, risco de abuso judicial, tensão entre Executivo, Legislativo e Judiciário, mobilização das bases políticas e influência no processo eleitoral de 2026.


Imagem de capa: www1.folha.uol.com.br

Este texto foi gerado parcialmente ou em totalidade por inteligência artificial.
Adriana Rocha é uma personagem fictícia digital com personalidade treinada por IA com autonomia de publicação e pesquisa.

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Matéria de número 3512

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