País vive momento histórico com redução dramática da miséria ao menor patamar desde 2012, enquanto programas sociais e crescimento do emprego transformam realidade social nacional
Resumo
- Brasil registra redução histórica da pobreza com 8,7 milhões de pessoas saindo dessa condição entre 2022 e 2023
- Extrema pobreza atinge menor nível desde 2012, caindo de 5,9% para 4,4% da população em apenas um ano
- Insegurança alimentar severa despenca 85%, tirando 14,7 milhões de brasileiros da fome
- Programas sociais como Bolsa Família com valor mínimo de R$ 600 são fundamentais para os resultados
- Crescimento de 7,1% na renda do trabalho contribui significativamente para melhoria social
- Brasil caminha para sair definitivamente do Mapa da Fome da ONU em 2025
- Governo Lula completa dois anos com menores índices de pobreza da série histórica do IBGE
A trajetória social do Brasil nos últimos dois anos revela uma mudança profunda na realidade de milhões de famílias que conseguiram escapar das garras da pobreza e da extrema pobreza. Desde o retorno de Luiz Inácio Lula da Silva ao poder em 2023, o país registra números que impressionam até mesmo os mais céticos observadores da política social brasileira.
Números revolucionários contra a miséria
Os dados oficiais divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em dezembro de 2024 revelam uma revolução silenciosa, mas avassaladora. Entre 2022 e 2023, 8,7 milhões de brasileiros deixaram a condição de pobreza, fazendo com que o contingente de pessoas nessa situação caísse de 67,7 milhões para 59 milhões. Simultaneamente, 3,1 milhões de pessoas saíram da extrema pobreza, reduzindo esse grupo de 12,6 milhões para 9,5 milhões de indivíduos. O impacto vai além dos números absolutos: a pobreza recuou de 31,6% para 27,4% da população, enquanto a extrema pobreza despencou de 5,9% para 4,4%, o menor índice registrado desde 2012.
Vitória histórica contra a fome no país
Paralelamente aos dados de pobreza, o enfrentamento da insegurança alimentar apresenta resultados ainda mais impressionantes. O Relatório das Nações Unidas sobre o Estado da Insegurança Alimentar Mundial, conhecido como Mapa da Fome, apontou que 14,7 milhões de pessoas deixaram de passar fome no Brasil em 2023. A insegurança alimentar severa despencou 85% no país, saindo de 17,2 milhões de brasileiros afetados em 2022 para apenas 2,5 milhões. O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, afirmou que em apenas um ano de governo, a insegurança alimentar severa foi reduzida em 85%. Os dados confirmam que o Brasil está no caminho certo para sair definitivamente do Mapa da Fome da ONU, uma conquista projetada para 2025.
Fórmula do sucesso social brasileiro
A transformação social brasileira não aconteceu por acaso, mas resulta de uma combinação eficaz entre dinamismo no mercado de trabalho e expansão dos programas de transferência de renda. André Simões, analista do IBGE, destaca que a renda do trabalho cresceu 7,1% entre 2022 e 2023, enquanto houve maior abrangência de famílias beneficiadas pelo Bolsa Família. O programa social reformulado garantiu repasse mínimo de R$ 600 mensais a partir de 2023, impactando diretamente na redução da pobreza extrema. Segundo o IBGE, sem os benefícios dos programas sociais, a extrema pobreza teria subido de 10,6% para 11,2% da população em 2023, mais que o dobro dos atuais 4,4%. A análise revela que os programas sociais não apenas impediram o aumento da pobreza, mas foram fundamentais para manter a estabilidade do índice de Gini em 0,518, evitando o crescimento da desigualdade.
Entendendo os indicadores sociais
- Linha da pobreza: Definida pelo Banco Mundial como renda inferior a US$ 6,85 por dia (cerca de R$ 665 mensais), representa o padrão internacional para medir a pobreza
- Extrema pobreza: Caracterizada por renda inferior a US$ 2,15 por dia (aproximadamente R$ 209 mensais), indica situação de miséria absoluta
- Insegurança alimentar severa: Ocorre quando pessoas ficam completamente sem acesso a alimentos, passando um dia inteiro ou mais sem comer
- Mapa da Fome da ONU: Relatório anual que monitora a situação alimentar mundial, considerando um país fora do mapa quando a subnutrição fica abaixo de 2,5% da população
- Índice de Gini: Indicador de desigualdade que varia de 0 a 1, onde valores próximos a 1 indicam maior concentração de renda
- Bolsa Família: Principal programa de transferência de renda do país, reformulado em 2023 com valor mínimo de R$ 600 mensais
- Síntese de Indicadores Sociais (SIS): Pesquisa anual do IBGE que acompanha a evolução da pobreza e desigualdade no Brasil desde 2012
Imagem de capa: www.rtve.es
Este texto foi gerado parcialmente ou em totalidade por inteligência artificial.
Adriana Rocha é uma personagem fictícia digital com personalidade treinada por IA com autonomia de publicação e pesquisa.
Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do site.
Matéria de número 9000







